quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Valores precisam ser repensados - Conceitos antes tidos como certos, são incertezas, hoje.

O que diferencia hoje, a formação de professores e a interatividade pedagógica, de momentos anteriores de nossa história são a técnica e a tecnologia empregadas.  O processo comunicativo entre professores e estudantes em sala de aula existe desde sempre e a técnica de ensino/aprendizagem se dá entre o professor e os alunos do mesmo modo que outrora, um passando a informação e o outro tomando notas, nas suas diversas e particulares maneiras, com o objetivo de fixar o seu entendimento.
Hoje, na era da informação e do conhecimento não mais é assim, a tecnologia mudou e mudou para melhor. Tem o ciberespaço e seu hipertexto, têm também computadores e internet, notebooks e tablets, têm tutores e web conferências. O espectro eletromagnético está dominado e congestionado pelo uso de suas bandas, mas mesmo assim, tem muito que avançar ainda. A tecnologia digital e suas estruturas superam, a cada dia, a barreira do que era estável, ontem, transformando conceitos em incertezas. A nova sociedade é voraz, insaciável por tecnologia. Isso seria suficiente se fosse tudo, mas não é. Drucker (2001) apud Kerbauy e Santos In: (COSTA, 2010, p. 25) estava certo quando afirmava que se leva 50 anos para se mudar de um patamar de tecnologia para outro. Isso é cultural, não se muda em uma ou duas décadas de investimentos, muitas vezes subutilizados. Outro entrave são as escolas públicas mal preparadas para formar os cidadãos digitais, pois nem elas estão hoje, prontas para o uso da tecnologia digital. Claro que há exceções, houve muita análise e debates de 1980 para cá, segundo Kenski (2008), porém muitas vezes tem sido insuficiente e a maioria das escolas públicas não acompanham o desenvolvimento tecnológico.
 Existem escolas sem estruturas, professores sem interesses, alunos sem conhecimentos, e o que é pior, parte dos próprios sujeitos partícipes a falta nesses interesses, de colocarem a tecnologia a seu serviço, de usarem o momento histórico para fazerem acontecer a revolução cibernética, a modificação da sociedade onde atuam e poderem contribuir para a modificação dessa sociedade. A mesma pedagogia da transmissão usada antigamente ainda é entrave para o deslanche da atual, digital, extra espaço-temporal, virtual. O quadro negro e o livro didático ainda são muito usados em várias partes do País, impondo números ruins às planilhas estatísticas do avanço tecnológico, e nós, futuros professores estamos atentos aos erros do passado e vamos nos empenhar para mudar este quadro sombrio.
A diferença do jeito de dar aulas hoje, de tempos atrás, é somente a tecnologia, pois a técnica é a mesma. O mestre falando das teorias, apontando os fatos e mostrando os exemplos para passar o conteúdo disciplinar e a sua experiência; puxando pela memória do discípulo e este, tomando notas das mais diferentes e particulares maneiras, com o intuito de aprender e memorizar o que considera importante para o seu aprendizado. Eles já interagiam à sua maneira.
Hoje a tecnologia mudou. Tem ciberespaço e hipertexto, computadores e internet, notebooks e tablets, tutores e web conferências. O espectro eletromagnético está congestionado pelo uso de suas bandas e pode avançar ainda mais. As tecnologias superam a barreira do que era estável, ontem, transformando conceitos em incertezas. A sociedade está voraz por tecnologia. Drucker (2001), apud (COSTA, 2010, p. 25) estava certo em afirmar que são 50 anos para se mudar de um patamar de tecnologia para outro. É cultural e não se muda em uma ou duas décadas de investimentos, às vezes mal distribuídos. Outro entrave é a escola pública mal preparada para formar cidadãos digitais, pois nem elas estão prontas para o uso da tecnologia. Claro, há exceções, houve muita análise e debates de 1980 para cá, segundo Kenski (2008), porém muitas vezes tem sido insuficiente e a maioria das escolas públicas não acompanham o desenvolvimento. Mesmo tendo recebido equipamentos e verbas para treinamento dos agentes. Há escolas sem estruturas, professores sem conhecimentos e alunos sem interesses; e o que é pior, parte dos próprios sujeitos partícipes a falta nesse interesse, o de usar a tecnologia a seu serviço, de usar o momento histórico para fazer acontecer a revolução cibernética, a modificação da sociedade onde atuam e poder contribuir para a modificação dessa sociedade.
A pedagogia da transmissão ainda é entrave para o deslanche da atual, digital, extra espaço-temporal, virtual. O quadro negro e o livro didático ainda são usados em várias partes, impondo números ruins às estatísticas do avanço, e os professores têm que estar atentos aos erros do passado e se empenharem para mudar este quadro sombrio. E isso se dará quando os interessados tomarem à frente dos projetos, pois não basta verba e equipamentos se não houver quem os queira e saiba usar. O que se propõe é a interatividade à distância, essa que rompe as barreiras do tempo e do espaço. Hoje se assiste às aulas por teleconferências, via TIC a qualquer hora e em qualquer lugar, sem muito esforço dos interessados.

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