sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

RELATÓRIO


Esse relatório basear-se-á no que foi lido no material didático indicado, a saber: “Ferramentas computacionais aplicadas à educação”, devidamente referenciado ao final deste, como também do que foi tratado no fórum de discussão da disciplina, no ambiente “moodle”. Falou-se em tecnologias educacionais e de como a mesma vem evoluindo ao longo dos anos, passando pela criação de livros escritos em papiro e a tecnologia quase ultrapassada, que é a dos mesmos serem escritos em papel. Falou-se também das lousas de ardósia e das telas de cristal líquido dos computadores, que hoje são facilmente trocados em sala, por telões que refletem os slides em datashows. O que importa do material analisado é a questão central, qual seja: Educação e tecnologia. E aquela não vem senão com muito esforço de pais, de alunos, de professores; e essa, sem aplicação de recursos vindos de entidades, de governos, de investidores e patrocinadores. A regra é adaptar, adaptar os currículos e agilizar a distribuição de verbas na aquisição de equipamentos de ponta que não demorem a ser instalados, porque do contrário, viram sucatas antes mesmo de serem usados, tamanha velocidade com que as “tecnologias” evoluem. Tecnologias essas que segundo os autores podem ser: físicas, organizadoras e simbólicas.
Os currículos precisam ser modificados e melhorados porque as mudanças de comportamentos sociais já estão acontecendo há algumas décadas e os nossos currículos escolares continuam iguais aos que eram usados há 30 anos. Hoje tudo é pelo computador, a diversão, o comércio, o trabalho, o lazer, o estudo, enfim, tudo o que se tem que aprender é usar as “novas” tecnologias, e para tanto, os currículos escolares têm que atentar para isso. O que transforma a sociedade, com seus usos e costumes é a educação, e desde a revolução industrial a educação é feita através de, e com a, leitura de livros, e isso precisa mudar para acompanhar as mudanças de tecnologias que o mundo vivencia há algum tempo. O barateamento e acessibilidade crescentes nas áreas de tecnologia e comunicações faz com que o uso de tais tecnologias não dependa mais de verbas suntuosas e portanto, é de fácil implementação e democratização. Já se está falando em “mídias cruzadas”, que permitem aos usuários a interação de vários serviços simultâneos e complementares, que são semelhantes a hipertextos onde as diversas fontes de informação interagem, e através do acesso à internet continua ou se completa a estória, afim de fornecer mais informação aos usuários. Mudar de tecnicismo para modernismo é o caminho a se seguir. Os usuários modernos nem perceberam que as “novas” ferramentas são tecnologias empregadas ao aprendizado, pois como diz o autor citando Tapscott, “[…] o que existia antes de nascermos faz parte de nossa vida de forma tão natural que nem percebemos que é uma 'tecnologia'.” E, se para eles isso é natural, temos que usar isso a favor da educação deles. Aproveitar a naturalidade e aprimorar o currículo dentro desse contexto natural, usando as ferramentas de hoje como se fossem o giz e a lousa de antes. Segundo afirma Tajra (2007), citada por Nunes (2010, p. 13), “[…] o primordial para a atualidade é a inovação, que fortalece o espírito de modernidade e que serve como justificativa para o desenvolvimento ilimitado […].” Seguindo a mesma linha de raciocínio desses autores, penso que a tecnologia deva ser incorporada e que conforme eles, isso seria sinônimo de progresso. Então, por que não ensinar matemática usando o MSOffice Excel? Ou LibreOffice Calc com recursos do LibreOffice Math? Ou artes com recursos multimidiáticos do LibreOffice Draw ou Mac Paint Brush? Ou ainda, português, gramática e textos com o MS-Word ou BR-Office Writer? Os recursos estão aí, basta dar continuidade ao aprimoramento dos professores e trazer para as salas de aulas os recursos midiáticos de que dispõem as escolas. Conversar com pais e educadores para saberem quais seriam as novas regras de aprendizado e comportamento. De acordo com o que se pretenda, fica fácil escolher este ou aquele recurso pedagógico e didático. O professor jamais será substituído e ele precisa entender isso. O papel de educador está cada vez mais deixado de lado pela sociedade e cabe aos professores resgatar essa atitude de fazer a diferença na vida das pessoas. Então, o professor precisa entender o uso dessas ferramentas que estão aí para auxiliá-lo e não para constrangê-lo diante dos modernos usuários digitais. O que é melhor? Entrar em sala carregando uma mala pesada de livros, uma dúzia de mapas, uma caixa de giz de cor, régua, entre outros objetos, ou um notebook com acesso a internet? Por que não usar a tecnologia a nosso favor? Tecnologia e pedagogia andam juntas, hoje. Tecnologia é também o professor estar equipado e bem instruído, pois se bem utilizada, serve de ferramenta institucional para o aprendizado de crianças e adultos. Serve como o prolongamento do lápis dos estudantes, do giz dos professores, do telescópio dos astrofísicos e do microscópio dos bioquímicos, entre outros. Cabe aos educadores primeiros, os pais em casa, estabelecerem limites para o seu uso e educarem os seus filhos para que saibam como, onde e quando usarem as NTICs. Assim como cabe aos dirigentes educacionais, nas escolas, deixarem bem transparente as regras de aceitação e uso destas NTICs, que deverão ser em horários e locais pré estabelecidos. Elas não podem servir de distrações em horário de aulas explanativas ou expositivas, sob pena do comprometimento do aprendizado e do conteúdo educacional, como também servir de entrave para o desenvolvimento intelectual, onde valores éticos como disciplina, respeito e ordem deverão ser aprendidos na escola e também trazidos de casa.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023 – Informação e Documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24 p.

______. NBR 10520 – Informação e Documentação - Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7 p.

NUNES, E. P. dos S.; RIBAS, J. P. Ignácio; FARIA, Elmo B. de. Ferramentas computacionais aplicadas à educação. Cuiabá: UFMT/UAB, 2010. 121 p.

_______. Unidade I: Conceitos de tecnologia educacional. Ferramentas computacionais aplicadas à educação. Cuiabá: UFMT/UAB, 2010. p. 10-22.

_______. Unidade II: O computador no ambiente educacional. Ferramentas computacionais aplicadas à educação. Cuiabá: UFMT/UAB, 2010. p. 23-36.

PRIBERAM. Dicionário da Língua Portuguesa On-line <http://www.priberam.pt/dlpo/>

Acesso em: 21 abr. 2014.

domingo, 24 de janeiro de 2016

“SOCIEDADE E INFORMAÇÃO: desafios para a profissão em um mundo sem fronteiras”

          Passados 500 anos desde os grandes descobrimentos, é possível se ver uma era de novos avanços tecnológicos. Avanços jamais vistos desde que a humanidade conheceu o fogo e a roda, duas das mais importantes descobertas tecnológicas, as quais alavancaram o desenvolvimento da humanidade e a trouxeram até os dias de hoje. Depois dessas duas descobertas tivemos como avanço a escrita, o tear, a prensa, os computadores e a internet. Cada uma dessas invenções ou descobertas marcaram de certa maneira a sociedade como um todo, fazendo-a ser conhecida pela sua mais marcante invenção ou descoberta, como por exemplo: a Idade da Pedra, do Bronze, do Ferro, a Escrita, a Revolução Industrial e, mais recentemente a Globalização – a Era do Conhecimento. Essa globalização que pegou de mau jeito algumas civilizações e as manteve na contra mão do desenvolvimento, como é o caso do Continente Africano, onde sua população tida como inferior passou a ser negociada como mercadoria nos grandes e desenvolvidos centros comerciais da época. Outros exemplos foram os massacres aos habitantes das Américas, os Incas, os Maias, os Astecas e as várias etnias indígenas da América do Sul e do Norte. Todos esses, ou foram dizimados ou escravizados pelos “descobridores”, espanhóis e portugueses principalmente, e ingleses em menor escala. Isso para citar apenas eventos ocorridos após os Grandes Descobrimentos – Américas e Oceania; senão teríamos que citar os bárbaros “vikings”, os romanos, os alemães, os gregos, os egípcios, etc.
        Mas a globalização que trataremos aqui será outra. Mais atual, mais humanizada, menos carregada de barbáries. Hoje não existem mais as fronteiras físicas, os agentes dessa transformação não se veem, não se tocam, não se conhecem. Vivem distantes uns dos outros, porém conectados. Ligados pela “máquina” revolucionária desta Era – a internet. Por ela se faz de tudo, compras, vendas, trocas, empréstimos e todo o tipo de escambo que se possa fazer, na área comercial. Na área financeira, se faz aplicações em ações, se consulta saldos bancários, se transferem valores – qualquer quantia – de e para onde se queira. Basta estar conectado. Na aprendizagem, no conhecimento, na instrução, se pode escolher qual curso interessa e se matricular. Na área profissional, enviam-se e analisam-se currículos, cadastram-se em entrevistas e as fazem via web, prestam-se assistência remota em pré e pós venda, help desk, monitoria, etc. Tudo isso é reflexo da globalização “ideal”, a que permite o acesso de todos e lhes dá todos os direitos que deveriam ter enquanto sociedades, pessoas ou grupos; os que querem dividir alguma coisa, compartilhar e disseminar. Disseminar o quê? Pode ser conhecimento, laser, amizade, informação, valores, direitos; qualquer coisa, desde que democrática e socialmente distribuídos. Acessível a todos sem distinção e, pela vontade compartilhada, “de que todos os habitantes do planeta, independentemente de país, cultura, religião ou qualquer outra identidade pessoal, possuem o direito de compartilhar o mesmo conjunto de bens fundamentais.” (SORJ, 2003, p. 12-13).
          Os atores sociais destas mudanças conflituosas, o Estado, as empresas, as ONG’s, responsáveis diretos pela “exclusão digital” através do acúmulo de seu poder dentro das mídias massificantes tentam simplificar as diferenças sociais com formulações injustas e simplistas, porém de grande impacto entre os setores menos favorecidos. Os grupos sociais tendem a se mobilizar quando o assunto é injustiça social e essas novas tecnologias ajudam bem, nesta área, “elas possuem o potencial de facilitar a vida dos setores menos favorecidos e de serem mobilizadas para o serviço de estratégias sociais e políticas públicas distributivas.” (SORJ, 2003, p. 13). Cada um usando a tecnologia que se adapte às suas necessidades, de maneira criativa, gerando impactos imprevisíveis e novas formas de fragmentação social. Esses impactos são causas do capitalismo contemporâneo, onde a liberdade e a iniciativa individual de cada agente regem o mercado onde se transacionam, livremente, as mesmas necessidades; independente de intervenção ou não, na distribuição. Como se percebe essa fragmentação social? Através do perfil social de cada grupo, onde políticas distributivas e preservacionistas são implantadas para tentar equalizar o direito de todos ao acesso dos bens e serviços básicos de consumo individual e coletivo. São contrários ao princípio econômico da oferta e da procura, onde diz que cada indivíduo deve poder comprar aquilo de que necessita para satisfazer suas necessidades. O Estado, por sua vez, regulamenta o mercado de bens coletivos para que esses bens cheguem ao maior número de indivíduos que deles necessitem, criando esse antagonismo social e, independente de regulação entre Estado, mercado e consumidor.
Fica a pergunta: que bens são esses? Esses bens dependem do debate entre as partes, principalmente entre os membros da sociedade, que decidem o que for necessário ao uso coletivo no momento histórico em que vivem. Esses bens muitas vezes interferem na qualidade de vida de outras sociedades inter fronteiras, são os chamados bens comuns globais. São os cuidados ambientais, a preservação das fontes hídricas, a proteção de espécies ameaçadas, o controle de pragas e epidemias, etc. Muitas vezes alguns pagam mais para que outros possam gozar o mesmo benefício e, para tanto, se valem de algum subsídio governamental. Isso tudo gera o desequilíbrio social, onde uns podem e pagam mais e outros, que podem menos e pagam menos, usam o mesmo serviço. Outros fragmentos socialmente conhecidos são as chamadas bolsas: bolsa família, bolsa escola, bolsa alimentação, bolsa reclusão, etc. Tudo somado, vemos também a diferente distribuição de serviços públicos em diferentes setores da sociedade. Bairros menos protegidos do Estado, como serviços de polícia, escolas particulares de alto nível, serviços sociais de qualidade, postos de saúde ou hospitais de alto nível, serviços de distribuição de energia elétrica em situação precária, redes de água e esgoto, linhas telefônicas fixas e cabos ópticos para internet e T.V. a cabo, etc.
Vive-se hoje no mesmo mundo capitalista de antes, o que mudou foram os bens de consumo, hoje mais agregados de tecnologias que antes. O consumismo também aumentou mas a regra é a mesma: quem pode mais, compra mais e as pessoas são conhecidas pelo que elas têm e não pelo que elas são; também como sempre foi desde a revolução industrial. Nem tudo é igual. Nem tudo tem o mesmo custo e o mesmo valor de distribuição. Depende do quanto se arrecada em cada bairro ou setor da sociedade. Isso certamente gera um círculo que “ora é virtuoso e ora é vicioso”, como dito por Sorj (2003, p. 33). Enquanto a igualdade não chega, vive-se com as mazelas sociais criadas pela tecnologia, desde as eras mais remotas. A nova tecnologia da comunicação, que está a cada dia mais se aprimorando e quebrando paradigmas, já estava sendo aplicada desde os anos 60, durante a guerra fria. Hoje ela é o maior canal de comunicação, aceleração e disseminação de conhecimento e informação rápida e confiável, para quem os procura, a um custo cada vez mais baixo e a velocidades cada vez mais rápidas. Possibilita também, “[...] através de protocolos próprios de comunicação, a exemplo do TCP/IP, a comunicação inter máquinas, onde os computadores se conectam e trocam informações através do ciberespaço [...]” (SORJ, 2003, p. 33).
A internet fez e fará com que as sociedades sejam uma só, internacionalizada e globalizada, sem fronteiras, sem individualismos, sem partidos, sem pátrias. Hoje o mundo é de todos e as relações são temporárias, enquanto interessarem às partes. O fluxo de informação faz com que as pessoas se conectem sem se conhecer e faz com que desapareça a barreira espaço temporal. Hoje a realidade é virtual, eletrônica, digital; não se tem mais aquela visão romântica dos livros impressos para lermos na solidão dos nossos pensamentos. Hoje tem o hipertexto, com suas infinitas interligações, tem a inteligência artificial que tende a igualar o homem à máquina e, tudo isso junto, nos leva à socialização do conhecimento adquirido e facilita a disseminação do conhecimento para a produtividade social. Fica a pergunta: será que veremos os cyborgs tomarem decisões por nós? Por enquanto ficaremos apenas no campo da educação à distância, onde se quisermos, poderemos aprender de tudo, inclusive para o lado sombrio das leis gerais de convivência social. Para tanto temos os temíveis hackers que fazem de tudo para provarem que são bons em disseminar pânico virótico em larga escala e, mesmo assim serem considerados gênios. Os valores estão mudados, mesmo, mas nem tudo é do mal. Tem as redes sociais e os chats de relacionamentos, onde pessoas podem se conhecer para se relacionar intimamente, ou rever familiares e amigos. O correio virou email, o telefone virou skype e com isso as relações se estreitaram e as sociedades se aproximaram, sem o gasto exorbitante de matéria prima orgânica, para o benefício do planeta, sem a impressão de milhares de folhas, cuja origem na maioria das vezes é a celulose vegetal. A internet revolucionou a informação e fez surgir inúmeros sítios especializados de pesquisa com ferramentas complexas de busca para selecionar o que interessa; gerou empregos, fez fortunas e fez surgir os embates sobre direitos autorais, sobre comércio eletrônico, cujo espaço físico inexiste e, com isso, aumenta a demissão de funcionários ociosos. Fez com que pudéssemos trabalhar em casa, a qualquer hora; a estudar, vender, comprar, fazer todo o controle financeiro de nossas contas correntes, com agilidade, segurança e ganho de tempo. A administração pública ficou mais transparente com o uso da e-governança e a e-cultura fez os muros das bibliotecas caírem, como fez outros tantos paradigmas ruírem. Somos funcionários 24 horas por dia, sete dias por semana e não ganhamos mais por isso; então abriu-se uma lacuna nas leis trabalhistas. Leis que deverão se adaptar à realidade para que a e-saúde possa trabalhar dentro da normalidade, pois tudo isso gera doenças de cunho vicioso de difícil correção. Será que tem mais para aonde evoluir ou chegamos no final da trilha do desenvolvimento tecnológico? 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023 – Informação e Documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24p.

______. NBR 10520 – Informação e Documentação - Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7p.

Filme: Fronteiras do Pensamento: Diálogos com Zygmunt Bauman. Londres, 2011. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=in4u3zWwxOM. Acesso em: 5 abr. 2014.

JACOBSEN, Alessandra de Linhares. Sistema de informação. Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração /UFSC, 2007. 182p.

PRIBERAM. Dicionário da Língua Portuguesa On-line <http://www.priberam.pt/dlpo/>

SANT’ANNA, Solimara Ravani de. Informática e sociedade. Vitória: Ifes, 2010.

SORJ, Bernardo. brasil@povo.com - a luta contra a desigualdade na sociedade da informação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Tecnologias no dia a dia

       As novas tecnologias estão em todos os lugares por onde se passa. Quando as pessoas se levantam nos dias de hoje já as estão usando no despertador do aparelho celular. Quando se vai à cozinha e se quer água, lá está ela no dispenser da porta da geladeira. Rapidamente, esquenta-se o café em 1 minuto no forno de micro ondas. Liga-se a televisão que tem tela de plasma, de led, ou LCD e se assiste ao jornal da manhã. Assiste-se a vários deles, pois com o controle remoto nas mãos, assim que vem propaganda muda-se de emissora para que não se perca nenhuma informação da manhã, e procura-se então, por outro tele jornal. 
          Quando se vai para o destino, de carro, certamente pode-se ver muita tecnologia no transporte também. Desde a partida do motor, que hoje é feita com cartões codificados onde o computador acoplado ao motor do carro decodifica e interpreta as instruções para verificar todo o funcionamento inicial, até que se chegue ao destino seguindo pelo GPS no painel e ouvindo músicas do pendrive ligado ao USB do equipamento embarcado. Quando se pára no estacionamento pode-se manobrar sem receio de bater em algo atrás do veículo, pois os carros têm sensor ou câmera de marcha-ré mostrando se está livre ou não o caminho atrás do veículo. 
          Vamos para o terminal rodoviário pegar a condução, e lá está a roleta eletrônica, que lê os créditos dos cartões do vale transporte magnético. Pode-se dizer que num futuro breve, vai se pagar as passagens com cartões de crédito ou débito, assim como se faz com o pãozinho na padaria que às vezes é pago com o débito menos de 5 reais. O “dinheiro de plástico” já é uma constante na nossa realidade. Até nas pizzas deliveries se paga com ele, no portão de casa. No posto de gasolina não se desce mais do carro, o frentista vem até você para receber a conta do abastecimento. Isso é apenas para ficar na tecnologia informação eletrônica, sem se falar na das comunicações que estão também em todos os cantos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Fronteiras do Pensamento – Zygmunt Bauman: diálogos.

Zygmunt Bauman inicia sua entrevista falando sobre uma mudança ocorrida no século 20, que foi a passagem de uma sociedade de produção para uma sociedade de consumo, e cita Jean Paul Sartre que defendia a idéia de que temos que criar um projeto de vida, a fim de chegar mais próximo de um ideal, mas para isso temos que seguir passos, ano após ano, porém isso não é levado a sério pelos jovens de hoje e percebe-se que está cada vez mais difícil saber o que vai acontecer no futuro, tornando árdua a missão de um projeto para a vida inteira. Como atingiríamos, então, o nosso projeto de vida? Jacobsen (2010), diz que “[...] para aprender a inovar, o ser humano precisa ser capaz também de desaprender, mas sempre dentro de um pensamento estratégico que define aonde ele quer chegar [...]”  (JACOBSEN, 2010, p. 148). Mas para atingir tal objetivo, o ser humano da atualidade deve adaptar-se às mudanças e estar disposto a tentar acompanhá-las.
Tendo em vista essas mudanças, percebe-se que a sociedade tornou-se individualizada e não pensa mais a respeito de assuntos ligados a que nação fazem parte ou a que movimentos políticos pertencem, ou seja, tendem a redefinir vários assuntos sobre a nossa vida, obrigando o individuo a criar uma identidade, mas não partindo do zero, e sim redefinindo-a, à medida que a vida vai passando, pois estilos e formas de viver mudam várias vezes durante a vida; ou seja, deve haver sempre uma readaptação em prol da construção da identidade de cada um. Nesse contexto, pode-se também falar sobre várias outras mudanças que ocorreram, não apenas do totalitarismo para a democracia, mas muitas outras que não se sabe ao certo se serão duradouras ou não e se vão influenciar a vida e as próximas gerações. Que mudanças são essas? Para se chegar à eficácia na realização dos objetivos, se busca as melhores tecnologias disponíveis, para tanto, se usa também a criatividade no saber-fazer, já que se dispõe de um avanço tecnológico sem precedentes em relação às décadas passadas. A técnica continua valendo e sendo a mesma de antes, mas a tecnologia evolui e muito rapidamente de tempos em tempos para responder às necessidades intrínsecas ao desenvolvimento do homem, que procura a priori, transformar o seu ambiente com os pressupostos do seu conhecimento.
Sobre a Pós-Modernidade, Bauman não sabe dizer se foi o início de uma nova forma de vida, que irá durar séculos ou se é apenas um período de transição de um tipo de ordem social para outro, pois quando uma sociedade encontra-se num período de transição, o acordo de convivência humana só vem com o tempo. De quanto tempo estamos falando? A sociedade tem pressa e está voraz por tecnologia. Drucker (2001), apud (COSTA, 2010, p. 25) estava certo em afirmar que são 50 anos para se mudar de um patamar de tecnologia para outro. É cultural e não se muda em uma ou duas décadas de investimentos, às vezes mal distribuídos.
 Ainda segundo o sociólogo, há duas coisas que aconteceram e são irreversíveis. A primeira é que a sociedade foi multiplicada e juntamente com ela, também se multiplicaram as conexões, as relações, interdependências, as comunicações espalhadas ao redor do mundo. Com isso, percebe-se que a sociedade encontra-se numa posição onde um depende do outro, ou seja, o que acontece em determinado local acaba tendo influência em pessoas que estão em outro local muito distante. Assim, pode-se considerar que o mundo tornou-se um único país em certo sentido. A segunda questão é que aproximadamente após 300 anos de história moderna, nossos ancestrais decidiram assumir a natureza sob a gestão humana, acreditando que ela obedeceria às necessidades humanas e que eles teriam pleno controle do que acontece no mundo, mas isso acabou, pois com todos os recursos utilizados pelo homem para explorar o planeta e para produzir mais, chegamos aos limites da suportabilidade do mesmo. Aonde isso vai nos levar? Com essa idéia de produção linear sem controle e com o consumismo exacerbado, certamente ao caos e à estagnação do planeta.
Bauman ainda destaca que um dos perigos para a democracia é a dimensão do divórcio entre o poder e a política, pois atualmente a democracia está em decadência e não é mais vista como uma coisa boa, diferente do que ocorreu na “era de ouro” da democracia, nos primeiros 30 anos do pós-guerra, quando ocorreu uma proliferação e florescimento da democracia ideal. Com isso, propõe a democracia global como solução radical, tendo ela que ser inventada, assim como nossos antepassados inventaram a democracia. Como exemplo, pode-se citar Aristóteles. Para ele, a democracia era pessoas que iam ao mercado, brigavam entre si e chegavam a uma solução. Diferente de hoje, onde as pessoas se reúnem em um parlamento e apresentam, discutem e votam em idéias. Isso implica que a democracia é uma noção que adquire diferentes formas com o passar do tempo. Assim, se a democracia global for criada, ela será uma democracia certa, pois acabará se adaptando às necessidades do Estado.
Em sua entrevista, Bauman também cita Castoridis, que defende a idéia de que deve haver uma cooperação mútua entre o individuo autônomo e a comunidade autônoma e que ambas só existem juntas. O perigo para essas autonomias veio da esfera privada e do individuo e não da esfera pública como imaginavam que ocorreria. A maior aproximação disso nos dias atuais são os “talk shows” na televisão. É neles que as massas participam, enviam mensagens, ligam. Algo semelhante ao que faziam na antiga Ágora.
Segundo Marchant e England (apud OLIVEIRA, 1994, p. 13), a maioria das pessoas acredita que a tecnologia afeta suas vidas de forma benéfica, pois proporciona maior liberdade pessoal, democracia participativa, mais tempo para recreação, maior conhecimento; e melhoria na qualidade de vida. (JACOBSEN, 2010, p. 133). Porém, nessa “democracia participativa” não se discute sobre o bem estar da sociedade, ou sobre o que precisa ser feito para abolir e reparar os problemas que todos sofrem na sociedade atual. Eles apenas confessam os problemas individuais e bastante íntimos. O sociólogo francês Ehrenberg, defende que a revolução pós-moderna começou nos anos 80, em Ágora, quando uma mulher, falou sobre seus problemas individuais. Para ele, esse foi o início da revolução, porque depois disso, as pessoas começaram a falar de coisas que eram a personificação da privacidade, da intimidade; e que não deveriam ser compartilhadas em público. Foi como se tivessem instalado microfones nos confessionários.
No mundo pós-moderno, atualmente existe o conceito de redes, mas qual a diferença entre comunidades e redes? Comunidade precede o individuo, ele nasce numa comunidade, ao contrário da rede que é feita e mantida viva por duas atividades diferentes. Uma é conectar e a outra desconectar. A atratividade do novo tipo de amizade está nisso, pois é mais fácil conectar e desconectar amigos do que estabelecer relações off-line, onde existe um contato maior entre as partes e o rompimento de relações pode se tornar algo traumático, diferente das relações na internet onde basta apertar “delete”. Tal comportamento faz com que os laços humanos se tornem uma mistura de benção e maldição. Benção porque é muito prazeroso, ter um parceiro em quem confiar e fazer algo por ele ou ela. É um tipo de amizade indisponível nas redes sociais. Maldição porque quando o indivíduo entra no laço, espera ficar lá para sempre e acaba perdendo várias oportunidades, pois fica preso às antigas obrigações. Pode ser definido como um fenômeno de solidão. Uma pessoa solitária no meio de milhões de solitários. Estamos todos numa solidão e multidão ao mesmo tempo, porém existem autores que defendem o uso das redes sociais.  Sant’anna (2010) afirma que a popularização da internet trouxe lazer barato para as famílias, segurança, conforto e comodidade; e que enquanto especialistas discutem o impacto negativo no que diz respeito ao convívio social e às relações afetivas. Há alguns que consideram um fator positivo, pois dificulta a perda de amizades por falta de tempo.  (SANT’ANNA, 2010, p. 20).
Bauman finaliza sua entrevista falando sobre dois tipos de valores essenciais e que são indispensáveis para uma vida satisfatória, recompensadora e relativamente feliz. São eles: segurança e liberdade. O ser humano não consegue ser feliz sem nenhum dos dois, mas ninguém no mundo encontrou a perfeita mistura para ambos. Ou seja, mais liberdade implica menor segurança.   Freud, em seu livro “O mal estar da civilização”, disse que a civilização é sempre uma troca, dá-se algo de um valor e recebe-se algo em troca. Ainda segundo ele, o problema da civilização da época dele é que eles entregaram a liberdade em prol da segurança. Zygmunt ainda apresenta duas conclusões, para os conceitos de segurança e liberdade. O primeiro é que nunca se encontrará uma solução perfeita para o dilema entre segurança e liberdade, o segundo diz que o ser humano nunca parará de procurar essa mina de ouro. Ainda na opinião do sociólogo, dois fatores que dão forma à vida humana, na sua concepção, são o destino e o caráter. O destino estabelece a gama de opções que são realistas para o indivíduo, se ele tivesse nascido antes ou depois sua gama de opções seria diferente. Há muitas opções definidas pelo destino, mas as escolhas são feitas pelo caráter. Ele ainda afirma que não é possível achar uma receita para felicidade. Muitos filósofos contemporâneos consideram o tipo de vida escolhido por Sócrates, como o segredo da felicidade, porém isso se deve ao fato de ele próprio ter criado a forma de vida que ele viveu. Pessoas que imitam o modo de vida de outras, traem a receita de Sócrates, pois para cada ser humano há um mundo perfeito feito especialmente para ele ou ela. Então, como podemos ser felizes em um mundo tão individualizado? Devemos traçar nossas metas de vida ao longo dos anos e vivê-las intensamente como se cada dia fosse o último dia de nossas vidas. As nossas alegrias ou frustrações são escolhas nossas e não dos outros para nós. Nós nos conectamos como e quando quisermos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 6023 – Informação e Documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24p.

______. NBR 10520 – Informação e Documentação - Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7p.

Filme: Fronteiras do Pensamento: Diálogos com Zygmunt Bauman. Londres, 2011. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=in4u3zWwxOM. Acesso em: 5 abr. 2014.

JACOBSEN, Alessandra de Linhares. Sistema de informação. Florianópolis: Departamento de Ciências da Administração /UFSC, 2007. 182p.

PRIBERAM. Dicionário da Língua Portuguesa On-line <http://www.priberam.pt/dlpo/>

SANT’ANNA, Solimara Ravani de. Informática e sociedade. Vitória: Ifes, 2010.      

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Valores precisam ser repensados - Conceitos antes tidos como certos, são incertezas, hoje.

O que diferencia hoje, a formação de professores e a interatividade pedagógica, de momentos anteriores de nossa história são a técnica e a tecnologia empregadas.  O processo comunicativo entre professores e estudantes em sala de aula existe desde sempre e a técnica de ensino/aprendizagem se dá entre o professor e os alunos do mesmo modo que outrora, um passando a informação e o outro tomando notas, nas suas diversas e particulares maneiras, com o objetivo de fixar o seu entendimento.
Hoje, na era da informação e do conhecimento não mais é assim, a tecnologia mudou e mudou para melhor. Tem o ciberespaço e seu hipertexto, têm também computadores e internet, notebooks e tablets, têm tutores e web conferências. O espectro eletromagnético está dominado e congestionado pelo uso de suas bandas, mas mesmo assim, tem muito que avançar ainda. A tecnologia digital e suas estruturas superam, a cada dia, a barreira do que era estável, ontem, transformando conceitos em incertezas. A nova sociedade é voraz, insaciável por tecnologia. Isso seria suficiente se fosse tudo, mas não é. Drucker (2001) apud Kerbauy e Santos In: (COSTA, 2010, p. 25) estava certo quando afirmava que se leva 50 anos para se mudar de um patamar de tecnologia para outro. Isso é cultural, não se muda em uma ou duas décadas de investimentos, muitas vezes subutilizados. Outro entrave são as escolas públicas mal preparadas para formar os cidadãos digitais, pois nem elas estão hoje, prontas para o uso da tecnologia digital. Claro que há exceções, houve muita análise e debates de 1980 para cá, segundo Kenski (2008), porém muitas vezes tem sido insuficiente e a maioria das escolas públicas não acompanham o desenvolvimento tecnológico.
 Existem escolas sem estruturas, professores sem interesses, alunos sem conhecimentos, e o que é pior, parte dos próprios sujeitos partícipes a falta nesses interesses, de colocarem a tecnologia a seu serviço, de usarem o momento histórico para fazerem acontecer a revolução cibernética, a modificação da sociedade onde atuam e poderem contribuir para a modificação dessa sociedade. A mesma pedagogia da transmissão usada antigamente ainda é entrave para o deslanche da atual, digital, extra espaço-temporal, virtual. O quadro negro e o livro didático ainda são muito usados em várias partes do País, impondo números ruins às planilhas estatísticas do avanço tecnológico, e nós, futuros professores estamos atentos aos erros do passado e vamos nos empenhar para mudar este quadro sombrio.
A diferença do jeito de dar aulas hoje, de tempos atrás, é somente a tecnologia, pois a técnica é a mesma. O mestre falando das teorias, apontando os fatos e mostrando os exemplos para passar o conteúdo disciplinar e a sua experiência; puxando pela memória do discípulo e este, tomando notas das mais diferentes e particulares maneiras, com o intuito de aprender e memorizar o que considera importante para o seu aprendizado. Eles já interagiam à sua maneira.
Hoje a tecnologia mudou. Tem ciberespaço e hipertexto, computadores e internet, notebooks e tablets, tutores e web conferências. O espectro eletromagnético está congestionado pelo uso de suas bandas e pode avançar ainda mais. As tecnologias superam a barreira do que era estável, ontem, transformando conceitos em incertezas. A sociedade está voraz por tecnologia. Drucker (2001), apud (COSTA, 2010, p. 25) estava certo em afirmar que são 50 anos para se mudar de um patamar de tecnologia para outro. É cultural e não se muda em uma ou duas décadas de investimentos, às vezes mal distribuídos. Outro entrave é a escola pública mal preparada para formar cidadãos digitais, pois nem elas estão prontas para o uso da tecnologia. Claro, há exceções, houve muita análise e debates de 1980 para cá, segundo Kenski (2008), porém muitas vezes tem sido insuficiente e a maioria das escolas públicas não acompanham o desenvolvimento. Mesmo tendo recebido equipamentos e verbas para treinamento dos agentes. Há escolas sem estruturas, professores sem conhecimentos e alunos sem interesses; e o que é pior, parte dos próprios sujeitos partícipes a falta nesse interesse, o de usar a tecnologia a seu serviço, de usar o momento histórico para fazer acontecer a revolução cibernética, a modificação da sociedade onde atuam e poder contribuir para a modificação dessa sociedade.
A pedagogia da transmissão ainda é entrave para o deslanche da atual, digital, extra espaço-temporal, virtual. O quadro negro e o livro didático ainda são usados em várias partes, impondo números ruins às estatísticas do avanço, e os professores têm que estar atentos aos erros do passado e se empenharem para mudar este quadro sombrio. E isso se dará quando os interessados tomarem à frente dos projetos, pois não basta verba e equipamentos se não houver quem os queira e saiba usar. O que se propõe é a interatividade à distância, essa que rompe as barreiras do tempo e do espaço. Hoje se assiste às aulas por teleconferências, via TIC a qualquer hora e em qualquer lugar, sem muito esforço dos interessados.

sábado, 2 de janeiro de 2016

O ser humano está se adequando às novas tecnologias?


As novas tecnologias estão se adequando ao ser humano?
O ser humano e as tecnologias estão passando por processos de adequação simultâneos?

Assim como mudaram diversas ferramentas, como o simples abridor de latas, mudou também a nossa maneira de nos comunicarmos e de nos mantermos conectados. A internet, com seus dispositivos de acesso (3G/4G) e mobilidade (Wi-Fi) é um exemplo disso, os quais nos proporcionam facilidades nas interconexões com o “hiper-mundo” e rapidez no acesso tão grandes e constantes, que as antigas placas “fax-modem” de 7, 14.4, 28.8 e 56 kbits nem sonhariam; e é assim também com o aparelho telefônico que perdeu quilos de sua estrutura rígida e monocromática para as atuais medidas “slim” com suas telas de grande capacidade, de cores e nitidez, que deixam desde os antigos monitores de vídeo (xga, cga, vga, svga), aos mais modernos (LCD, LED e plasma) com sua crescente definição de imagens e cores, envergonhados de tanta tecnologia. Até o espectro cromático das cores fundamentais teria que se adaptar para se transformar em tantos tons de cores (milhares de “pixels” por polegadas de tela).
            E assim é o mundo desde a sua “gênesis”, desde que o homem começou a sua trajetória evolutiva. Somos uma “roda” em movimento e quando estamos em cima, alguma coisa tem que estar lá em baixo, e do contrário, quando estamos lá em baixo, a outra coisa tem que estar lá em cima. Somos uma espécie evolutiva-adaptativa e o mundo ao nosso redor nos acompanha simultaneamente, pois quanto mais evoluímos e criamos novas tecnologias, mais essas tecnologias evoluem e facilitam a nossa descoberta por tecnologias mais modernas.
Prova de que estas evoluções são constantes e simultâneas, sou eu mesmo (...e mais alguns colegas de mesma faixa etária), que trabalhei na área de TI em 1982 e hoje posso ver e vivenciar tantas adaptações e adequações que me fazem rir dos malabarismos do passado, como as impressoras matriciais de grande porte (Mainframes IBM da família 360), pareciam caminhões de coleta de lixo com caçambas que se abriam para ajustarem os formulários contínuos; os monitores (estações de trabalho) com telas de fósforo verde (monocromáticas) que serviam apenas para darmos comandos à CPU via menus de comando nas linguagens da época (DOS, VM/MVS, COBOL, etc.); programinhas de controle de estoque que se fazia em linguagem BASIC, depois comecei usar DBASE, depois Clipper, depois VISUAL Basic, depois Java e agora PHP...e continuo evoluindo e me aperfeiçoando (simultaneamente, conforme muda a tecnologia das linguagens de programação) para poder acompanhar aqueles que um dia poderão ser meus alunos (quando me formar).