Um dos principais desafios a se alcançar é a
ergonomia para a acessibilidade de usuários com deficiência. Essa ergonomia,
quer seja, tanto do “software” quanto do “hardware” tem que levar em conta os
seguintes pontos de projeto, de acordo com Padovani, 1998 e Souza, 2011 ( apud
FERREIRA, 2011, p. 44-45.): focar o usuário em questão; levar em consideração o
“design” para interfaces mais amigáveis; testar a usabilidade do sistema antes
de ver o projeto terminado considerando também o impacto que as novas
tecnologias possam trazer ao projeto; incluir no projeto pessoal especialista
em IHC; melhorar o tempo de resposta ao usuário; oferecer conforto e facilidade
de uso ao usuário; tirar o maior proveito das novas tecnologias para agilizar,
conectar e compartilhar todo tipo de informação de que o usuário faça uso;
dentre outras necessidades sociais e práticas que facilitem o uso dos sistemas
envolvidos na comunicação informacional.
Se considerarmos alguns itens do dia a dia
comparado aos mesmos utensílios de 10, 15 ou 20 anos atrás, sim! Os telefones à
manivela, depois a disco, depois à teclas, recentemente à toque na tela e, mais
recentemente, ao comando de voz, isso deixa claro que a interface evoluiu junto
com o “hardware” e mudou drasticamente a vida das pessoas que vivem conectadas
ou necessitam dos aparelhos para falarem com seus chefes ou subordinados;
fecharem negócios, ou simplesmente baterem papo com amigos. O importante é
estar conectado e compartilhando tudo, acabou o individual para dar lugar à
globalização definitivamente. A “internet” e suas aplicações é exemplo dessa
globalização e das mudanças comportamentais que vemos hoje, no trabalho, em
casa, nas escolas e no lazer.
Um dos principais
fatores é o perfil do usuário. Cada um tem um nível de conhecimento e trata a
evolução tecnológica diferentemente do outro. Por isso, foi necessário que se
projetassem, novas e práticas tecnologias de acesso e usabilidade, para facilitar
o acesso e o uso das novas “ferramentas” tecnológicas. O lado psicológico
também influenciou e com isso, houve a inserção de disciplinas psíco-sociais na
área de TI, mais especificamente na área de criação de interfaces gráficas.
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