sábado, 6 de fevereiro de 2016

Interação humano-computador (IHC)


Um dos principais desafios a se alcançar é a ergonomia para a acessibilidade de usuários com deficiência. Essa ergonomia, quer seja, tanto do “software” quanto do “hardware” tem que levar em conta os seguintes pontos de projeto, de acordo com Padovani, 1998 e Souza, 2011 ( apud FERREIRA, 2011, p. 44-45.): focar o usuário em questão; levar em consideração o “design” para interfaces mais amigáveis; testar a usabilidade do sistema antes de ver o projeto terminado considerando também o impacto que as novas tecnologias possam trazer ao projeto; incluir no projeto pessoal especialista em IHC; melhorar o tempo de resposta ao usuário; oferecer conforto e facilidade de uso ao usuário; tirar o maior proveito das novas tecnologias para agilizar, conectar e compartilhar todo tipo de informação de que o usuário faça uso; dentre outras necessidades sociais e práticas que facilitem o uso dos sistemas envolvidos na comunicação informacional.
Se considerarmos alguns itens do dia a dia comparado aos mesmos utensílios de 10, 15 ou 20 anos atrás, sim! Os telefones à manivela, depois a disco, depois à teclas, recentemente à toque na tela e, mais recentemente, ao comando de voz, isso deixa claro que a interface evoluiu junto com o “hardware” e mudou drasticamente a vida das pessoas que vivem conectadas ou necessitam dos aparelhos para falarem com seus chefes ou subordinados; fecharem negócios, ou simplesmente baterem papo com amigos. O importante é estar conectado e compartilhando tudo, acabou o individual para dar lugar à globalização definitivamente. A “internet” e suas aplicações é exemplo dessa globalização e das mudanças comportamentais que vemos hoje, no trabalho, em casa, nas escolas e no lazer.

Um dos principais fatores é o perfil do usuário. Cada um tem um nível de conhecimento e trata a evolução tecnológica diferentemente do outro. Por isso, foi necessário que se projetassem, novas e práticas tecnologias de acesso e usabilidade, para facilitar o acesso e o uso das novas “ferramentas” tecnológicas. O lado psicológico também influenciou e com isso, houve a inserção de disciplinas psíco-sociais na área de TI, mais especificamente na área de criação de interfaces gráficas.

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